“Nós somos, em nosso mundo real e cotidiano, muitas vezes, semelhantes às máscaras da Comédia e da Tragédia, rindo por fora, uma careta de dor por dentro.” Stephen King.
"O cotidiano é o incógnito do mistério.” Mario Quintana
"Um pouco de aventura liberta a alma cativa do algoz cotidiano.” Clarice Lispector Inúmeras conjunturas coexistem em nosso cotidiano: Relevantes; irrelevantes; simples; complexas; cômicas; trágicas; tragicômicas; abastadas de afeto e desafeto. Por mais estável que seja uma vida, ou por mais frívola e trivial que pareça, nem sempre é possível prever o cotidiano. Estaremos a todo momento à mercê da contingência.
Todavia, se o teor desse cotidiano, será na maior parte, aprazível ou intragável, dependerá de nossas escolhas, do modo que executamos a cadência de cada ação; e se haverá harmonia ou dissonância, tambémdependerá da maneira em que se rege.
Entre casos e descasos, conjunturas cotidianas sempre ensejam histórias jubilosas ou melancólicas, conturbadas, ríspidas e amenas; frígidas ou cálidas; de paixão, amor e desamor.


